sábado, 17 de outubro de 2009
Marinha quer dar apoio às polícias
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
O QUÊ? QUEM? QUANDO? COMO?
Não tem interesse estar a indagar a proveniência deste tipo de entendimento, impondo-se apenas apreciá-lo à luz de princípios, da actualidade, e da filosofia policial em tempo de paz. Este entendimento viola o artigo 275.° da Constituição, ao incumbir às Forças Armadas a "defesa militar da República", que no tocante à segurança das populações se reporta contra qualquer agressão ou ameaça externas " (art. 273.°.2 ). Não sendo este o caso, a garantia de segurança interna e dos direitos dos cidadãos cabe à polícia (art.272.°.1).
Em países evoluídos e democráticos é este o pensamento imperante. O policiamento militarizado é basicamente apanágio de Estados autocráticos como o do regime deposto com o 25 de Abril ou outros em que a democracia é incipiente. É certo existirem na faixa mediterrânica algumas estruturas militarizadas, como a Guardia Gendarmerie francesa: os Carabenieri e a GNR. São corpos implementados no decurso do século XIX para, no plano interno, fazer face à anarquia político-social marcada pelas sucessivas quedas de governos, agindo assim em substituição do próprio Exército. O republicanismo da época optou por assegurar uma imagem liberalista do regime, afastando a solução estritamente militar.
Hoje a situação é bem distinta. O sólido regime democrático, a estabilidade do Estado e a paz social são grandezas determinantes de Estado português. Portugal é hoje membro da União Europeia, onde a Carta de Polícia Europeia reconhece como moderna a actual tendência para a desmilitarização das Forças de Segurança É o caso da Gendarmerie Belga que passou a corpo civil em 1991.
Não que as Forças Armadas sejam incapazes de garantir a segurança interna; terão no entanto de fazê-lo à custa de sacrifício de valores militares, isto é, deixar de ser militar sob pena de militarização da actividade policial. Não se veja nisto qualquer sombra de descrédito ou de menos-valia de uma força de segurança com ingrediente militar ou militarizado. É o caso da GNR, cuja acção tem sido meritória, grandemente contribuindo para a tranquilidade das populações. A questão é da formulação estatutária que deve presidir a uma força de segurança em tempo de paz e normalidade democrática Em situações de desestabilização sociopolítica no piano interno existem soluções que passam precisamente pela militarização de instituições, durante um estado de sítio um estado de emergência, ou um estado de calamidade pública E, mesmo em momentos de paz a própria Constituição prevê a colaboração e cooperação da Forças Armadas. (art. 275.°.6.), sem que para tanto se advogue a tese de militarismo policial.
O agente policial tem de lidar não com um inimigo mas com um prevari-cador que atenta contra os valores e a ordem ético-social por mais repugnante que seja o seu comportamento. Dai pois a distinta postura de um militar no teatro bélico, preparado para matar e destruir na defesa contra uma agressão exterior e a de um agente policial visando repor a tranquilidade numa sociedade organizada, onde a "ordem para matar" policial tem um conteúdo distinto da "ordem para matar" militar.
Por isso entregar a segurança interna ao sector militar envolve dois inconvenientes: a) desvirtua a própria vocação militar Para um militar com funções de policiamento civil é muito difícil ser bom policia enquanto militar e simultaneamente ser bom militar enquanto polícia; b) abre caminho para a desvalorização da polícia civil, como a PSP ou a PI, e da suas acções, enquanto também sustentáculo de segurança no País.
Um adequado combate à criminalidade faz-se pela adopção de melhores meios de actuação polida], uma formação técnico-táctica contínua, com um estatuto remuneratório justo compatível com uma vivência digna para o agente de autoridade, instalações condignas e pela adopção correcta de modelos de policiamento como o de proximidade.
sábado, 10 de outubro de 2009
Segurança marítima: Sistema de defesa da costa pode avançar depois de visto do Tribunal de Contas - MAI
Lisboa, 09 Out (Lusa) - O Ministério da Administração Interna anunciou hoje que o Tribunal de Contas concedeu visto ao Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo da Costa Portuguesa (SIVICC) e que este projecto pode agora avançar.
O SIVICC, que tem como objectivo o reforço da defesa da costa e será coordenado pela Unidade de Controlo Costeiro da GNR, permitirá a detecção de embarcações de oito metros a cerca de 20 quilómetros da costa e a visualização por imagens de vídeo do que se passa dentro delas a oito quilómetros da costa.
Num comunicado divulgado hoje, o Ministério da Administração Interna (MAI) diz ter sido notificado do visto do Tribunal de Contas e adianta que "pode agora dar-se início à concretização, efectiva e no terreno, do SIVICC, que representa um impulso essencial nas condições operacionais da vigilância da costa e da segurança das fronteiras".
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Detidos dois homens por agressão à Polícia Marítima na lota de Sesimbra

O comandante Maurício Barbosa, do Estado-maior da Armada, adiantou à Lusa que o confronto entre os homens, que tudo indica serem pescadores, e os agentes da Polícia Marítima da Capitania do Porto de Setúbal obrigaram ao pedido de reforço de efectivos da GNR. Após a chegada das autoridades, os agressores foram identificados e detidos.
As agressões surgiram após dois agentes daquela polícia terem comunicado aos pescadores que "a quota de pesca do tamboril tinha sido excedida, e que não podiam pescar mais", explicou à Lusa telefonicamente uma testemunha no local, que pediu o anonimato.
Os dois agressores estão detidos e serão ainda esta manhã apresentados a um juiz do Tribunal de Setúbal.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
ESTAMOS IMUNES AO H1N1?
“Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?”
“O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.”
Esta é uma das muitas indicações fornecidas pela OMS e pela Direcção Geral de Saúde para informar a população dos riscos desta pandemia.
Sem nos alongarmos demasiado, deixando a vós os comentários que acharem por merecidos, depois de observadas as fotos e o extracto de um mail recebido nesta Associação, perguntamos: SERÁ QUE OS AGENTES ESTAGIÁRIOS DA POLÍICIA MARÍTIMA ESTÃO IMUNES AO H1N1?
10 de Setembro de 2009 17:10
Para: asp.policia.maritima@gmail.com
130 Pessoas, Policia Marítima, Grumetes e CFS da marinha.
Como a pessoa responsável disse: " Estamos a caminho para construir uma escola só nossa (P.M.)
Então porque duplicamos o número de pessoas que nem sequer são da P.M?
Questionado sobre o fim do 33º Curso, obtivemos a resposta de, e passo a citar: "o curso decorre até acabar".
Com pessoas destas a comandar, vale a pena termos esperança? Só pedimos que o tempo passe rápido, para sairmos deste campo de concentração denominado já como AUSCHWITZ, junto envio algumas fotos para perceberem como foi fácil chegar a este nome.
Cumprimentos de quem já desespera.
PS: Que ninguém nos dê as Glocks para as mãos.
